caminho

Estamos no quarto trimestre do ano de 2015 vivendo no Brasil, gigante país sul-americano que passa por uma crise econômica de grandes proporções, vendo a nossa moeda, o Real, chegar a ser cotado a 25 centavos de dólar (US$ 0,25).

Aumentos de já inchados impostos além do retorno da CPMF e custos maiores para importação de produtos e matéria-prima chegam a ser assuntos corriqueiros em todos os tabloides.

Como se não bastasse tudo estar mais caro, o desemprego geral no terceiro trimestre de 2015 no Brasil está aproximadamente 22% maior quando comparado ao do mesmo período em 2014.

Com tantas más notícias, há uma luz no fim do túnel:

Vemos o que não se esperava ver nesse país: a corrupção trazida à tona por meio de CPIs e indivíduos de alta posição social serem encarcerados em nome da justiça sob os olhares de toda a população.

Talvez você, professor de idiomas, esteja ciente de todos os fatos citados acima.

Se sim, isso significa que você paga contas ao final do mês e tem sentido o bolso esvaziar-se mais rápido.

Mas não foi só isso que vim aqui te contar.

Vim aqui para lembrar-lhe também da grande recessão e crise monetária vivida nas décadas de 70, 80 e início de 90 quando o Brasil passou por um período prolongado de instabilidade monetária, altíssimos índices de inflação, combinados com arrocho salarial, aumento da dívida externa e crescimento pífio.

Tanto foi que a década de 80 foi economicamente apelidada no Brasil de “década perdida”, com vários planos econômicos sem sucesso.

Aqueles com idade suficiente lembram-se que o dinheiro se desvalorizava em questão de poucas horas.

Talvez você, professor de idiomas, também saiba destes fatos, seja porque tem idade suficiente para lembrar-se disso ou porque é uma pessoa bem informada que teve acesso a estas informações sobre a história do nosso país.

Com tamanha crise econômica uma pergunta paira no ar: o que fazer?

Alguns, com condições para isso, preferem “abandonar o barco” e se mudam para outros países.

Outros, por opção ou por falta de condições, decidem-se por continuar suas vidas no Brasil acreditando em um futuro melhor.

Não sabemos quanto tempo durará, mas assim como foi nas décadas anteriores, sabemos que essa crise econômica passará.

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E aí a mesma pergunta volta a martelar:

O QUE FAZER?

Desde criança meus pais e professores me ensinaram que há uma coisa que pessoa alguma jamais será capaz de tirar ou roubar de mim: meu conhecimento.

Uma escassa minoria compreendeu isso e aproveita o cenário de crise para estudar, se capacitar e empreender.

Mas… Como empreender num cenário caótico como o descrito acima?

Entenda uma regra básica de economia:

“É na crise que o dinheiro muda de mãos.”

É nela que os despreparados e ultrapassados caem e os corajosos, atualizados e capacitados crescem.

Quer um exemplo? Já ouviu falar no empresário brasileiro Flávio Augusto da Silva?

Ele veio de uma infância pobre no Rio de Janeiro e no início da década de 90 capacitou-se em língua inglesa, tornando-se professor de inglês em pouco tempo e, em 1995, fundou a franquia Wise Up, vendida em 2013 para o Grupo Abril Educação por uma quantia aproximada de 1 bilhão de reais.

Atualmente é dono do Orlando City SC, time de futebol da primeira divisão (MLS) nos Estados Unidos.

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Veja bem: nascido em 1972, Flávio passou os seus primeiros 23 anos de vida totalmente submerso na crise econômica brasileira da época.

Contudo, diferentemente da maioria dos brasileiros, ele se manteve estudando, se capacitando e, com coragem, iniciou um empreendimento de ensino a partir de um empréstimo no cheque especial a juros de 12%/mês.

Pode ser que você, professor de idiomas, já sabia de tudo o que leu até agora.

Se este for o caso, pergunto-lhe: com essa crise econômica que se instaurou aproximadamente a partir do 2º semestre de 2014 no Brasil, quais foram as novas habilidades e quantos foram os cursos que você concluiu?

Quais certificações ou especializações conquistou?

Repito:

“A crise engole os profissionais despreparados e desatualizados.”

Sendo assim, o que você tem desenvolvido a partir de 2015 que ainda não havia feito anteriormente?

Quais as novidades, novas especialidades e treinamentos que você fez ou tem feito?

Não me diga que você pretende passar pela crise econômica fazendo a mesma coisa que tem feito há anos, décadas talvez.
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Talvez o que você e muitos de nossos colegas, professores de idiomas, ainda não perceberam sobre a crise é que ela é uma das maiores oportunidades de crescimento que bateram na sua porta nos últimos 20 anos.

Vejo muitos colegas de profissão me procurando a respeito de palestras e treinamentos educacionais, de liderança e de Coaching.

Isso acontece porque eles entendem que a cada minuto uma oportunidade pode bater-lhes à porta e que precisarão estar preparados para agarrá-la.

A escolha é sua: ser engolido como foram as locadoras de vídeo e agora estão sendo os taxistas ou ser exemplo de inovação e ver sua carreira decolando assim como Netflix ou Uber.

Vinicius Diamantino

Vinicius Diamantino

Opa, tudo joia? Meu nome é Vinicius Diamantino, eu sou o fundador do Portal DeProfPraProf, Professor de Inglês há mais de 11 anos e Master Coach com foco educacional. Além de Professor de vários cursos aqui do Protal também escrevo artigos para o Blog interno e para alguns dos maiores blogs de Ensino de Língua Inglesa do Brasil: o Blog Disal e o Blog RichmondShare.

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