4 Plataformas para dar Aulas Online!

No artigo de hoje trago 4 plataformas para dar aulas online por videoconferência que atendem bem às necessidades de Profs e alunos no online! Sem dúvida nenhuma, ter migrado o meu trabalho para um modelo 100% digital foi uma das melhores decisões da minha carreira como professor particular. Hoje fico muito mais tranquilo e prefiro muito trabalhar do conforto do meu home office, sem pegar trânsito ou pagar aluguéis caros e muitas vezes desnecessários. Fico mais feliz ainda ao ver que muitos professores estão procurando essa transição também e, para isso, vêm conversar comigo sobre como fazer adaptações e entregar um serviço que seja tão ótimo e efetivo como o presencial já é. E eu sempre pontuo que, além de ter uma boa conexão com a internet e ter um bom computador… O próximo passo é escolher com qual ferramenta de videoconferência você vai trabalhar para se conectar em vídeo e áudio com o(s) aluno(s), podendo compartilhar tela e áudio do computador. Bora fazer uma escolha bem inteligente? Então vem comigo conhecer essas plataformas para dar aulas online! Aulas Online pelo Zoom Em primeiro lugar, sem dúvida nenhuma, uma plataforma que merece todos os likes é a Zoom Ela é ótima, eu trabalho com ela já há muitos anos e não tenho nada a reclamar, pelo contrário. Para mim, é a opção mais versátil entre as plataformas para dar aulas online. Com certeza, é a principal plataforma que você vai utilizar. Ela tem vários planos: um primeiro plano gratuito e vários outros pagos. E aí depende de qual é a sua necessidade… Se você trabalha, por exemplo, somente com alunos individuais, ou seja, só você e um aluno, você pode ficar no zoom gratuito tranquilamente. A partir do momento que você trabalhar com duplas, ou seja, você e mais dois alunos ao mesmo tempo, aí você precisa pagar o Plano Pro da ferramenta Zoom que custa R$56,75 mensais. Isso é, provavelmente, menos que o valor que você cobra em uma hora e você pode colocar até 100 pessoas ao mesmo tempo para fazer webinars. Dá para fazer grandes apresentações com uma turma inteira com 100 alunos, gravar tela e um monte de outras coisas sem os limites do plano gratuito. Aulas Online pela Whereby Em segundo lugar, um plano b que eu sugiro é a chamada Whereby É uma ferramenta de conferência baseada em navegador, ou seja, você abre o chrome e utiliza a Whereby direto pelo navegador, então você e seu aluno não precisam instalar nada no computador. Simplesmente é só abrir e você terá um link da sua sala online, que você manda para o seu aluno e ele só precisa acessar. Você terá acesso a videoconferência, chat, vai poder compartilhar a tela, audio, e vai ter também algumas funções bem legais, como por exemplo, poder compartilhar um link do YouTube no chat e o aluno abrir na mesma tela no Whereby. É uma opção bastante ágil quando se pensa em plataformas para dar aulas online. Aulas Online pelo Skype A terceira opção é o Skype, que é a plataforma mais famosa de todas… Ele é gratuito, e você pode dar suas aulas por videoconferência, ele também conta com chat, tem compartilhamento de tela e de áudio e tudo o que você normalmente precisa. Em outras épocas, já utilizei muito mais essa plataforma do que as outras, porém, cada vez ela possui mais recursos disponíveis e fica mais competitiva entre as plataformas para dar aulas online . Atualmente, sequer é necessário ter uma conta ou o programa baixado, pois as videoconferências também contam com acesso por navegador. Basta criar um link e compartilhar com as pessoas que você quer que participem da chamada, podendo incluir até 99 pessoas ainda no plano gratuito. Outra vantagem é que seu link de convite pessoal não expira e pode ser usado a qualquer momento. Aulas Online pelo Meet O Meet é uma quarta opção possível e foi criado pela Google, acabando por substituir o serviço de videoconferência Hangouts. Também conta com acesso via navegador, bastando abrir o site e gerar um link para abrir uma sala de videoconferência gratuitamente. Ao longo do período de pandemia, o Meet passou a ser cada vez mais utilizado em reuniões de empresas e faculdades, contando com boa qualidade de conexão e facilidade de recursos. Também possui outros planos pagos, com mais vantagens, porém a opão gratuita já atende bem à aulas online. Conclusão E além dessas 4 opções de plataformas para dar aulas online, você vai ter uma infinidade de programas de videoconferência que vão poder fazer esse serviço para você. E aí, o que é importante para você é testar se aquele programa oferece a quantidade de ferramentas e funções que você precisa e qual é o valor que esse programa cobra, caso você queira pagar pelos planos mais completos após experimentar as versões gratuitas. O que importa é que você escolha qual é a ferramenta de videoconferência que funciona melhor para você, para os seus alunos e para as aulas online. Porque uma coisa é certa, quando você se familiarizar com as aulas online, vai perceber que elas possuem tantas vantagens para professores e alunos que praticamente não sentirá falta das aulas presenciais. Possui outras dúvidas ou sugestões em relação a plataformas para dar aulas online? Você pode falar com a gente pelo Instagram clicando aqui! Boa escolha e cucesso com as aulas!
Professor que cobra barato demais

Neste artigo eu quero falar sobre professor que cobra barato (mas muito barato mesmo)! Como é que fica essa questão do sucateamento dos preços, do sucateamento da profissão? Já presenciei muitos professores colocando em grupos de WhatsApp e redes sociais que encontraram um professor que cobra quase nada, que cobra muito pouco. Por exemplo, R$15,00 a hora da aula particular. Isso é praticamente o mesmo que pagar para trabalhar! E nessas situações, surge um monte de comentários de pessoas cada vez mais bravas, falando que isso é um absurdo mesmo. Que o professor tinha que ser mais valorizado, que cobrar assim é uma falta de vergonha. Então, eu vou comentar o meu ponto de vista sobre essa postura de professores que cobram pouco demais… O que está por trás de um professor cobrando barato? A primeira coisa, é entender que provavelmente a gente tem duas situações aqui: Pode ser que esses professores cobram muito pouco porque é uma estratégia de marketing deles, uma estratégia comercial que eles trabalham. E se está dando certo pra eles, então eles estão sendo mais espertos, porque está funcionando. Nesse caso, não tem como eu dizer que está errado… Por outro lado, podem ser professores que não sabem que podem cobrar mais. Seja qual for o pensamento por trás, o que importa saber é que na cabeça deles, o que dá pra cobrar é aquilo. Então, não adianta apenas dizer para esses professores que eles estão errados. O que adianta, é ajudar esses profissionais a melhorarem. Ajudá-los a ter ideias diferentes, a refletirem de forma diferente sobre aquilo que eles já estão fazendo. Que é basicamente o que eu faço todos os dias aqui na DeProfPraProf! Principalmente dentro da Imersão Missão Agenda Cheia, que você pode conhecer nesse link! Então vamos lá, que eu vou te dar exemplos dessas duas situações… O caso de sucesso de uma escola cobrando barato Pensando no caso do preço barato ser uma estratégia comercial: Vou te contar uma história… e é uma história verídica. Tem uma certa cidade aqui no Brasil com aproximadamente 650 mil habitantes, e anos atrás uma escola nessa cidade começou a vender um curso de inglês, duas vezes por semana, a R$80,00 mensais, sendo que cada aula tinha uma hora. Quando eu fiquei sabendo, pensei: “Ou deve ser um lixo de escola, ou vai quebrar daqui seis meses.” Normalmente é isso que acontece. E aí a escola foi crescendo cada vez mais. Pensei de novo: “Alguma coisa de bom tem, porque se fosse um completo lixo não estaria crescendo.” Quando tive notícias novamente dessa mesma escola, 3 a 4 anos depois, ela tinha expandido da primeira unidade para mais duas. Então, estavam com 3 no total: A matriz e mais duas filiais na mesma cidade em pontos opostos estratégicos. Um deles era em frente ao shopping. Nesse shopping funciona vários escritórios de call center, com muitas pessoas que trabalham em telemarketing com idade em torno de 18 a 22 anos, começando a faculdade. São pessoas que se interessam em fazer inglês, mas que não têm muito dinheiro, por isso é um público que se interessa por cursos de R$80,00. Em um período de 3 a 4 anos essa escola mais do que triplicou de tamanho. Isso foi aproximadamente em 2014, quando abriu a primeira unidade da escola. Foi uma estratégia de marketing muito bem pensada, muito bem planejada, por isso funcionou dessa forma. Essa é uma escola boa, não é a melhor da cidade, está muito longe de ser, mas eles ganham em quantidade: Tem um montão de alunos que pagam um pouquinho cada um e eles ganham muito por causa da quantidade de vagas que estão oferecendo. Então, é uma estratégia que funciona, e esse caso mostra que não é errado cobrar barato, desde que se tenha um plano bem elaborado por trás. O caso de professores fazendo do jeito errado No caso dos outros professores que mencionei, a maioria não tem experiência, então eles acham que não vão dar conta de sustentar uma agenda de alunos cobrando o valor que acham justo. Muitos professores assim já passaram pelos cursos da DeProfPraProf, e observei o seguinte perfil em todos eles: Geralmente, eles não tinham segurança profissional o suficiente e não se viam capazes de cobrar. Eles acreditavam que não teriam alunos suficientes se cobrassem um pouco mais caro. Outros achavam que, se não cobrassem aquele preço, não teriam alunos de jeito nenhum e como precisam de alunos para pagar as contas, não tinham muita escolha… Esses professores precisam mais de ajuda do que de críticas. Se encontrar esse profissional, converse com ele e pergunte como funciona esse programa e porque ele está cobrando tão pouco. E aí, se for o caso de ele não saber o que está fazendo, e até desejar cobrar mais… Você pode indicar a DeProfPraProf, que ensina o professor a precificar o seu trabalho, a cobrar melhor dos seus alunos, a vender mais e até ter uma estrutura financeira, administrativa, gerencial e pedagógica com as suas aulas particulares. Isso é mostrar para essa pessoa que ela pode fazer mais, cobrar mais, que ela pode receber mais por menos horas. E isso é muito possível, desde que se tenha também uma estratégia administrativa, financeira e comercial bem elaborada nas aulas particulares. Então, agora é importante falar sobre o termo “sucateamento”… Por que professores cobrando barato não são um problema? Para que uma área do mercado seja sucateada, é preciso que uma fatia muito grande dos profissionais daquele mercado se unam e comecem a cobrar um valor muito menor ou muito maior do que o restante. E para isso acontecer, seria quase que um cartel, o que é ilegal no Brasil. Então não é assim que funciona. Um, dois ou três profissionais dentro de um mercado de 100, 200 ou 300 profissionais não vai conseguir sucatear o mercado, pois eles sozinhos não têm força de vendas suficiente para isso. As pessoas não estão vendo a fatia que esse professor pega pra ele é muito pequenininha e não é suficiente para causa
Professor Particular pode ser MEI!

O que é, como e para quê os professores particulares de idiomas devem se registrar como MEI! Se você for um professor de idiomas, certamente já deve ter recebido, pelo menos, algumas propostas para dar aulas particulares para parentes, amigos e conhecidos. Assumir estas aulas particulares é quase unanimidade entre professores de línguas estrangeiras pelo potencial de serem mais flexíveis quanto a horário, conteúdo e ainda serem mais bem pagas quando comparamos seus valores hora/aula com os pagos por escolas regulares ou institutos de idiomas. O que talvez você não saiba é que ao dar essas aulas sem o devido registro formal você está atuando clandestinamente, isto é, de forma ilegal. A boa notícia é que, ao se legalizar, você só tem a ganhar. Se isso for verdade, por que a maioria dos professores particulares não se formalizam? Eu respondo: por não saber que é importante, por achar que será caro ou trabalhoso ou por não conhecer as vantagens advindas do registro. Pode soar meio estranho, porém, ao ter alunos particulares você está desenvolvendo um pequenino empreendimento, isto é, há um negócio acontecendo que deve ser legalizado. De acordo com o dicionário, “empreendimento” é o ato de uma pessoa que assume uma tarefa ou responsabilidade. Logo, um professor particular de idiomas torna-se um empreendedor a partir do momento em que começa a lecionar aulas particulares. Que tipo de empreendedor eu sou? O Portal do Empreendedor em conformidade com a Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, define que “um Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário”. Além disso, para se enquadrar na categoria MEI, o professor particular precisa de ter como faturamento máximo até 81 mil reais por ano (proporcional ao número de meses registrado) e não ser sócio ou dono titular de outra(s) empresa(s). Ser legalizado como MEI e possuir CNPJ em nada influi que você seja um colaborador assalariado com registro na Carteira de Trabalho em escolas regulares públicas ou privadas ou em institutos de idiomas. O limite é de 81 mil reais anuais, sendo que conta-se 6,75 mil reais para cada mês a partir daquele em que se foi registrado o CNPJ. Veja o exemplo abaixo: Se o João se registrar como MEI no mês de Outubro, terá direito a faturamento de até 20.250,00 reais nos 3 meses restantes do ano, sendo 3 meses x 6,75 mil reais/mês = 20.250,00 reais de limite de faturamento naquele ano. O mesmo professor, o João, no ano seguinte, estará registrado como MEI durante os 12 meses completos, tendo direito a faturamento de até 81 mil reais, sendo 12 meses x 6,75 mil reais/mês = 81 mil reais de limite de faturamento neste ano. Caso seu faturamento seja maior do que 81 mil reais por ano vigente, então você não se encaixa na categoria MEI e deverá se registrar como uma nova forma de tributação que é o Simples Nacional na qual o imposto corresponde a 6% do total do seu faturamento mensal. Atualmente, vários professores particulares já superaram esse valor, graças ao Missão Agenda Cheia! A imersão da DeProfPraProf que está permitindo aos professores realizarem seus empreendimentos, de aulas particulares, cursos online e até abrirem suas escolas! Clique aqui para conhecer a MAC e os casos reais desses professores Vantagens de ser MEI O professor particular de idiomas que se cadastrar e contribuir como MEI terá as vantagens listadas abaixo: 1. Registro de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) que dá direito a abrir conta jurídica em banco facilitando o pedido de empréstimos e, principalmente, emitir notas fiscais para seus alunos; 2. Direito a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros, mediante contribuição menor que a do INSS; 3. Isenção de pagamento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS e Cofins); 4. Direito a ter 01 colaborador contratado (que receba o salário mínimo ou o piso da categoria). A emissão de nota fiscal é determinante para o fechamento de contratos com empresas que pagam para que seus colaboradores façam aulas particulares com você. E aqui não estamos falando apenas da possibilidade de contratação de aulas para uma equipe inteira de funcionários. Se o proprietário de uma empresa qualquer quiser ter aulas particulares com você, o valor do investimento nas aulas será contado como custo na empresa e, conforme manda a lei, deverá ter nota fiscal para comprovação. Assim sendo, você já começa errado ao anunciar suas aulas particulares sem ser capaz de emitir notas fiscais para seus alunos. Se você contribui com o INSS como autônomo sem se registrar no MEI, você deve estar utilizando o código 1163 Contribuinte Individual – Recolhimento Mensal e desembolsando R$ 166,98, valor referente a 11% do salário mínimo nacional. Aqui vem a ótima notícia: O professor particular de idiomas registrado como MEI, que presta apenas serviços, paga apenas uma guia chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) com um total mensal de R$ 80,90 (5% do salário mínimo já acrescido de todas as tributações que ele deve pagar, inclusive o imposto ISS e o INSS pessoa física). *Obs.: O MEI deve pagar APENAS o DAS e as taxas da prefeitura (somente 1x ao ano). Sempre verificar a veracidade das contribuições que por ventura cheguem na empresa. Esse valor de R$ 80,90 para professores particulares de idiomas se divide entre Previdência e Município. O que significa que, ao se legalizar como MEI e contribuir mensalmente, você tem, entre outras, todas as vantagens de ser um segurado INSS pagando R$ 80,90 ao mês, ou seja, menos da metade! Em outras palavras, se você é elegível para MEI (conforme descrição acima) e está pagando INSS como autônomo, você está desperdiçando R$ 80,90 todos os meses, fora a possibilidade de novos negócios executivos! E caso você seja um professor particular que não contribui como MEI, nem autônomo com o INSS, saiba que caso sofra alguma eventualidade física que o impeça temporariamente de trabalhar, você não terá direito de recebimento de renda auxiliar alguma vinda do governo. Por último, caso
Como ganhar dinheiro sendo Professor Particular

Como ganhar dinheiro sendo professor? Neste artigo eu vou falar sobre dois elementos que, normalmente, estão muito distantes entre si Aquelas coisas que nunca se encontram: Como o sol e a lua, o inverno e o verão, a fome e a saciedade… São elas: Professor e dinheiro! Nesse momento, eu tenho certeza que 95% das pessoas que estão lendo isso deram uma risadinha do tipo… “É mesmo também acho… Professor e dinheiro nunca se encontram!” Acho que você também deve ter se sentido incomodado com essa frase. E se você se sentiu incomodado, estamos juntos… Porque eu detesto essa noção cultural popular de que professor é pobre, de que professor não tem dinheiro, de que professor precisa dar aula em duas escolas ou três… Que para viver de aulas particulares é preciso vender Mary Kay ou Hinode para dar uma complementada na renda, e não se pode nem fazer uma viagenzinha ali para uma cidade vizinha durante as férias. Não curto essas ideias definitivamente! Inclusive aqui na DeProfPraProf o meu objetivo é justamente trabalhar essa profissionalização do professor e mostrar de que forma a gente pode fazer mais dinheiro e aumentar a renda, para ter um salário de verdade no final do mês enquanto professores. E aqui eu já vou avisar que tem uma forma, que eu não vou citar como uma das possíveis, que é a de tradutor… Eu trabalho muito com professores de idiomas, e eu não quero dizer que o professor pode fazer tradução, porque a gente tem uma graduação em tradução, cursos específicos para tradutores. Então, não é porque você é professor, mesmo graduado em letras, que você tem capacidade de trabalhar com tradução sem se especializar Por isso, ainda que eu saiba que isso é razoavelmente comum, eu não vou sugerir tradução. Então vamos lá… 3 Formas de trabalhar com aulas A primeira coisa é a mais óbvia do mundo. Se você é professor você vai dar aulas, então você tem três possibilidades bem latentes de dar aulas de uma forma bem comum, bem popular. Primeiro: você vai fazer um concurso público, ser aprovado neste concurso público e entrar como servidor público em escola estadual ou federal, tanto faz. Segunda forma: é você trabalhar com uma carteira assinada, sendo contratado como CLT ou então PJ em escolas particulares, seja instituto de idiomas, de artes, esportes, em uma escola específica, e dar as suas aulas na disciplina que você domina o suficiente para passar para outras pessoas. E a terceira claro: é você trabalhar como professor particular, tendo os seus próprios alunos, na sua casa, pela internet ou presencial, na casa do aluno, no trabalho, em lugar público etc. Porém, a gente não começa sendo professor particular porque precisa de um pouco de experiência, então normalmente os professores começam em escolas, mesmo quem fez algum curso de licenciatura. A quarta oportunidade é: quando você pode produzir, reproduzir e vender os seus próprios materiais materiais de aula. Então quanto maior é a sua experiência, quanto mais tempo você está dando aula, maior é o arsenal de atividades que você tem. Essas atividades podem muito bem serem vendidas… Tem um monte de sites que fazem isso, talvez o maior deles seja o norte-americano Teachers Pay Teachers. Em que os professores fazem o seu cadastro e colocam as atividades deles que já estão prontas e colocam preço naquelas atividades. Claro que é bem baratinho, mas outros professores entram no site, fazem busca, gostam da atividade e compram aquela atividade daquele professor. Mas o importante é que é possível vender isso para muitos professores. Imagine se você tiver 150 materiais cadastrados na plataforma e esses materiais fossem vendendo com frequência. Ou então vender no facebook, vai no grupo de professores e fala: “Galera, tenho um pacote de atividades para trabalhar x exercícios, x assuntos de tal disciplina, eu uso há muito tempo, gosto muito e resolvi que vou vender para quem se interessar por 10 reais” Se 500 professores do grupo comprarem, são 5 mil reais. Esse é um valor bem interessante para você receber em cima de um material que você não gastou mais nada para fazer. Trabalhar com Produtos Digitais Quando a gente está falando de produção própria você também pode produzir cursos online para serem vendidos. Não importa se é curso ao vivo, gravado ou mesclado, ou seja, as duas coisas. É o que eu faço, inclusive tenho uma Imersão que ensina tudo o que você precisa saber, que pega na sua mão e te mostra como é que você faz para produzir o seu primeiro curso gravado e começar a vendê-lo. Mas, talvez você não queira produzir cursos e tenha interesse em revender materiais de outras pessoas. A gente chama isso, no mercado digital, de afiliações ou mercado de afiliados, que nada mais é que o mercado de revendedores. Você pega aqueles materiais, anuncia para quem você conhece ou para outras pessoas, essas pessoas compram e você ganha uma comissão daquela venda, daquele material Seja o material físico, seja material digital, ou seja até de um serviço. Talvez você tenha um professor colega que está com horários vagos na agenda. Então você faz captação, conversa com os alunos, pessoas interessadas, faz um meio do caminho entre o aluno e o professor, o professor fecha a venda e te dá uma comissão. Também é perfeitamente possível você trabalhar como revendedor de produtos físicos, como livros, produtos eletrônicos e etc. Então veja que existem muitas possibilidades de trabalhar com educação sendo professor. Professores dentro de Empresas Uma outra possibilidade é você ser contratado como coordenador ou com uma posição pedagógica, como analista de alguma coisa em uma empresa educacional, talvez uma startup educacional, talvez uma livraria etc. Esse tipo de trabalho vai exigir que você se especialize um pouco mais dentro da empresa onde vai estar, por isso também é recomendável que você goste da área. Pode garantir ganhos maiores num curto espaço de tempo, porém, recomendo que você leia esse artigo até o final… Pois existe, sim, uma outra opção tão rentável
Como fazer Anúncios Relevantes

Está perdido sem saber como fazer anúncios relevantes, que realmente trazem novos alunos? Para falar sobre relevância vou lhe contar uma história e se você, Professor(a), de alguma forma se identificar nela, continue a leitura e se atente para a dica logo abaixo. Aqui vai: Era ainda tão jovem, antes mesmo de alcançar a maioridade civil, quando você encarou o que pode ter sido a primeira escolha importante de sua vida: a escolha do curso superior e consequentemente da área profissional com a qual mais se identificava. Muitas dúvidas apareceram, muitas certezas sumiram e é nesse momento que você, ainda jovem, começou a listar todos os talentos que tinha e a considerar todas as suas preferências. Quando você passou por essa fase, talvez escolheu ser professor porque gostava muito de uma matéria específica, tinha algum professor que era uma verdadeira inspiração ou porque teve experiência dando aula para colegas ou pegando alguns bicos. Além disso, claro, como já tinha domínio do conteúdo e alguma experiência, encontrou uma ou outra oportunidade de trabalhar dando aulas, mesmo como Professor substituto ou aulas de reforço. Foi justamente aí que tudo começou de verdade: você se tornou um(a) Professor(a)! …e chegou a hora de trabalhar. Mergulhar no mercado de trabalho. Ir pra labuta. Partir pra luta. Entrar na guerra! Com alguns anos de experiência lecionando em diferentes institutos, você recebeu propostas de aulas particulares para alguns conhecidos, e as aceitou. Assim você dividiu sua agenda semanal entre 1, 2 ou até 3 escolas simultaneamente e ainda encontrava tempo para algumas aulas particulares. Talvez até teve que viajar para lecionar algumas dessas aulas! O salário de todas essas aulas era até atrativo, mas os horários eram muito restritos e você ficava muito cansado(a). Nesse momento você começou a prestar atenção no trabalho dos coordenadores dos institutos em que trabalhava e decidiu que já era a hora de “subir na vida”. Alguns contatos, pesquisas em sites de vagas de emprego e entrevistas depois, você conseguiu o cargo que iria mudar sua vida: a coordenação pedagógica! Agora sim! Trabalharia menos horas, com menos aulas e teria um salário melhor. Só que não. Você notou, logo nos primeiros dias, que as funções gerenciais de um coordenador pedagógico em um instituto de idiomas demandavam muito mais tempo do que você imaginava. Além de ainda exigirem certas competências de liderança que você (achava que) tinha. Após vários ataques de estresse, desavenças com colegas de trabalho e desmotivação pessoal e profissional você não estava mais feliz naquela escola e decidiu partir para outra. Parecia uma ótima decisão, já que o problema era aquele ambiente de trabalho repleto de pessoas tóxicas, metas inalcançáveis e regras absurdas. E quer saber? O salário nem era tão bom assim também. Ao assumir a coordenação do segundo instituto por alguns meses, você observou que os problemas começavam a se repetir. Cada um com suas especificidades, claro, mas muito semelhantes entre si. E o pior: foi assim também nas outras coordenações que você assumiu, enquanto tentava, em vão, encontrar o lugar certo para trabalhar. Espere um minuto. Se trabalhar como professor(a) em institutos não havia dado certo assim como ser coordenador(a) dos mesmos também não havia funcionado, então o que fazer? Certamente, em vários momentos, você pensou em abrir uma escola para você mesmo(a). Olhou lugares disponíveis, orçou valores de franquias e pesquisou financiamentos mais em conta. Mas não deu certo. Era preciso um capital e uma coragem que você não possuía naquele momento. Nesse ponto da sua carreira você continuava com alguns alunos particulares, que rendiam um valor razoavelmente interessante e o melhor: sem ter que seguir regras e se preocupar em bater metas impostas por diretores ou franquias. Enquanto trabalhou nas coordenações, seu contato com as áreas administrativas e comerciais aumentou consideravelmente, sendo que até mesmo participou de alguns treinamentos, caso fosse necessário atender um cliente novo ou ajudar nas argumentações dos fechamentos de vendas. Foi nesse período que a sua mente foi a mil por hora com reflexões que ainda não haviam existido em você: – E se eu ficar 100% autônomo(a) me focando unicamente nas aulas particulares que rendem mais do que os valores hora/aula que pagam nos institutos? – Mas eu não sei vender! Sou péssimo(a) nisso! Não vou conseguir uma quantidade de alunos suficiente para montar uma renda boa. – Espera aí! Nos institutos em que fui coordenador(a) tive vários cursos de captação e retenção de alunos. Inclusive fechei vários contratos para eles. Se eu conseguir repetir 10% das vendas que já fiz, já terei um número interessante de alunos para me manter. – Quer saber? Vou tentar! E então você, do alto da sua experiência com marketing, sem saber como fazer anúncios, fez o que todos nós faríamos e ainda fazemos na segunda década do século XXI: Postou no Facebook! Foi uma postagem simples, dizendo que tinha vagas abertas para aulas particulares e que quem tivesse interesse, poderia entrar em contato contigo Inbox, por e-mail ou celular. Um punhadinho de pessoas chegou a te contatar e você fechou 1 venda, com início imediato. – Caramba! Com 1 post apenas eu já consegui vender para 1 aluno? Vou continuar com isso para encher minha agenda! Aí você resolveu fazer um marketing mais agressivo(a)! Criou uma imagem que – na sua cabeça – era “quase profissional”, listou todos os 10 tipos de aulas, cursos e preparatórios que oferecia e até impulsionou a publicação para atingir mais pessoas! – Agora conseguirei muitos alunos! Resultado da chamada: nenhum contato e, consequentemente, nenhuma venda. Nesse ritmo, os contatos não ligavam, os alunos não apareciam e o dinheiro não entrava. Só aí você notou que não entendia muito bem como fazer anúncios. Por outro lado, as contas chegavam, as dívidas se acumulavam e o desespero começava a apertar. Várias postagens de marketing, alguns compartilhamentos de dicas de idiomas e meses depois você teve que se conformar com o inadiável: voltar – frustrado(a) – a trabalhar para escolas particulares. Reflexão E então? Cheguei perto? Essa história é parecida com a sua experiência profissional? Caso positivo, eu me sinto na obrigação de começar essa reflexão te dizendo para não desistir. Clichê, simples
Como conseguir mais alunos particulares no início do seu negócio!

O segredo para conseguir mais alunos está em uma combinação de fatores. Professores particulares de sucesso possuem algumas características em comum: O resultado dessa combinação é belíssimo: seus alunos aprendem e ainda ajudam com o marketing orgânico, o famoso boca-a-boca. Bem-vindo ao mundo do empreendedorismo! Ser professor particular significa mais independência, mas as responsabilidades aumentam na mesma proporção que as possibilidades de maiores rendimentos. Ter seu próprio negócio consiste em transitar entre diversas áreas (financeira e administrativa, por exemplo), oferecer serviços de qualidade e atrair o maior número de alunos possível. Os caminhos do empreendedorismo estão cheios de obstáculos, mas é extremamente recompensador construir seu negócio do zero, da forma como sempre idealizou. Tanto para quem está começando como para quem está na profissão há alguns anos, um dos constantes desafios enfrentados é o de manter, ou expandir, o número de alunos. Alguns alunos contratam poucas sessões, enquanto outros permanecem por anos para aprender com profundidade um idioma ou um instrumento musical, por exemplo. A verdade é que o número de alunos, assim como em escolas de curso livre, é flutuante, seja por sazonalidade ou situação econômica. Sabendo desta realidade, a melhor estratégia para ter mais alunos é investir em suas técnicas de ensino, definir seu público-alvo, e claro, ser um excelente professor. O seu melhor marketing é ter alunos que alcançaram seus objetivos acadêmicos e profissionais com a sua ajuda. Gostaria de saber o passo-a-passo para ter mais alunos? Confira as dicas abaixo: Ame lecionar Este é um fator essencial para o sucesso na profissão. Não inicie a carreira de professor se não apreciar o processo de transmitir conhecimento. É bastante prazeroso, mas também extremamente desgastante, pois requer energia, paciência e boa vontade. Lecionar é um processo constante de doação e motivação. Apesar de esperarmos uma compensação financeira pelo nosso trabalho, o que está em nosso coração conta muito na escolha da profissão de professor particular. Quando se ama o que faz, o dinheiro é apenas uma consequência do seu bom trabalho. E como você sabe se ama lecionar? Lecionar é apaixonante para quem gosta. Defina o foco do seu negócio Saiba seus limites dentro da sua profissão. Quem foca em tudo, no fim, não foca em nada. Por isso é bom ter uma visão clara sobre o seu negócio. Considere pontos como: Estabelecer seus critérios de atuação o ajudará a definir muitas coisas, como onde fazer sua propaganda, quais materiais adquirir e onde irá trabalhar. Criar esse tipo de estrutura facilita, e muito, a manter a consistência e garantir a escalabilidade do seu negócio. Saiba dizer não Você deve aceitar o aluno que esteja dentro do seu público-alvo. Imagine como seria difícil ensinar inglês a uma criança de 3 anos se você apenas se especializou em inglês para negócios? Lembre-se de que mesmo que esteja precisando de novos alunos, sempre será um risco aceitar um aluno que não consiga ensinar, seja por falta de material específico, ou experiência. Por quê? Porque seu aluno simplesmente pode não aprender, frustrar-se com a matéria e com a própria capacidade de aprender. Então o melhor a fazer é ser franco: exponha sua área de atuação e administre as expectativas do aluno ou responsável sobre o desafio caso ambas as partes estejam dispostas a tentar. Se for possível indicar um colega que tem aquele aluno como público alvo, além de honesto, deixará uma impressão positiva sobre seu profissionalismo. Ter uma boa atitude faz muita diferença! Defina sua teaching persona Sua teaching persona irá definir como você irá se projetar durante suas aulas, e isso inclui uma série de fatores: Por exemplo, se ensina inglês, uma ideia utilizada por alguns professores é chamar seus alunos pela versão inglesa do nome. Por exemplo, João pode ser chamado de Mr. John, que além de introduzir um toque interessante à aula, também insere seus alunos em um contexto internacional, convidativo para o aprendizado do idioma. Claro que existem muitas outras ideias que não necessariamente consistem em modificar o nome do aluno. O ponto principal é introduzir elementos interessantes que influenciem e inspirem seus alunos a se interessar pela matéria. Pequenos detalhes como o descrito já definirão parte da sua teaching persona, que não precisa ser necessariamente parecida com a sua personalidade. Outro elemento que, sim, pode definir o tom da sua comunicação com o aluno é a forma como se apresenta. Roupas informais aproximam alunos e professores ao passo que roupas mais formais tendem a inspirar autoridade e credibilidade. Tudo dependerá da sua personalidade, do seu público-alvo e de como deseja ser visto. Tendo em mente que isso compõe sua imagem, é sempre bom considerar a forma como deseja se apresentar profissionalmente. Conte sua história Falar um pouco sobre você vai além da sua teaching persona. É o momento em que o professor se permite contar um pouco da sua história seja para inspirar ou para dar o exemplo. O grande diferencial de ser professor particular é a oportunidade de interagir com o aluno e preparar aulas exclusivas para a personalidade de cada um. Se o professor gosta de Star Wars, ou se faz trabalho voluntário, é sempre bom aproximar-se do aluno ao listar alguns de seus interesses. Desta forma, o aluno também se sentirá à vontade em compartilhar um pouco sobre seus próprios hobbies e interesses. Pedagogicamente, é bom conectar-se com seus alunos. O aprendizado é muito mais eficiente quando o professor e o aluno atingem um nível de comunicação mais pessoal. Alunos são pessoas normais, indivíduos complexos, que estão ali para aprender (Schaberg, 2015). O nível de proximidade ao aluno, no entanto, deve ser dosado, de forma que supra somente as necessidades de uma interação pedagógica eficiente. Estreitar muito os laços afeta seu profissionalismo e também o aprendizado do aluno. Divulgue seu trabalho Não perca as oportunidades que existirem para divulgar seu trabalho. Esteja sempre preparado: tenha sempre consigo seu cartão de visitas com todas as informações que precisa passar para seu possível aluno. No entanto, é bom traçar uma estratégia de marketing para seu negócio: Resumindo: esteja onde seus alunos estão e faça com
4 Formas de usar Quadro ou Lousa nas Aulas Online

“Eu até estou com vontade de migrar das aulas presenciais, mas como usar quadro nas aulas online para escrever as minhas fórmulas, explicações e tudo mais?” Bora então falar sobre como você pode colocar algum tipo de quadro ou lousa virtual para o seu aluno nas suas aulas por vídeo chamada. A questão aqui é que a gente tem várias opções diferentes e eu vou te oferecer quatro formas que você vai poder usar com sucesso nas suas aulas… E aqui já vai uma dica de sucesso: além das 4 opções que trouxemos para resolver essa questão, também te explico qual é a melhor delas, na minha opinião. Voltando para lousas e quadros, leia o artigo até o final para entender direitinho os prós e contras de cada forma e escolher aquela que mais funciona para você e seus alunos! Gravar o próprio quadro A primeira forma é a mais simples que você poderia pensar, e que muita gente já usa pelo que eu tenho visto, que é você simplesmente gravar o seu quadro físico mesmo. Essa opção serve tanto para aulas gravadas quanto ao vivo. A dinâmica é a mesma de uma sala de aula: você fala para a câmera como fala para os seus alunos e anota as explicações no quadro atrás de você quando precisar. Mas, caso você escolha trabalhar dessa forma, tome o cuidado de fazer um teste antes! Faça uma chamada de teste com um amigo ou familiar para ver como a imagem chega do outro lado, porque pode ser que a imagem fique espelhada, dependendo do software ou câmera que você usar. Outros pontos importantes é checar se o quadro não está com reflexo da luz, se está legível para o aluno e completamente enquadrado na câmera! Usar uma lousa virtual Bom, a próxima possibilidade não é uma que eu gosto muito, mas se você estiver começando agora e estiver se perguntando como usar quadro nas aulas online, e sem condições de investir, manda ver que vai dar certo! Estou falando de usar uma lousa virtual, como é isso? Alguns aplicativos de videoconferência, como o Zoom, têm uma lousa virtual nativa dentro do programa… Isso significa que você pode abrir o recurso no meio da chamada e escrever, desenhar, colocar ícones, imagens, recortar, etc. Imagine um Paint, só que bem mais elaborado, a lógica não é muito distante. E depois de você pode salvar as imagens das anotações e enviar aos alunos também. Então sim, lousas virtuais são uma boa ideia. Eu falei do Zoom porque você pode usar gratuitamente. Agora, se você procurar no Google, vai encontrar várias outras opções que atendem ao que você precisa. Usar uma mesa digitalizadora Uma terceira opção que você pode utilizar é uma mesa digitalizadora. Ela não é exatamente um tipo de lousa virtual, é um tipo de entrada de informação que vai te ajudar bastante. Nem sempre é fácil digitar números ao quadrado no Word, por exemplo, assim como colocar raízes ou frações. Então a mesa digitalizadora seria ideal para isso. Abaixo há algumas fotos para você ver como funciona, mas é mais ou menos um painel parecido com um tablet, disponível em vários tamanhos, que tem uma caneta. Então você só precisa escrever nesse quadro e as anotações aparecem em tempo real na tela do computador, que você pode exibir para o aluno compartilhando sua tela. Assim, fica mais rápido para ele acompanhar o que você está fazendo, com você escrevendo à mão mesmo, sem precisar digitar. Você vai encontrar mesas digitalizadoras de praticamente todos os preços possíveis. Não tenho como te indicar um modelo específico de mesa porque, como professor de inglês, nunca senti necessidade desse recurso. Porém, conheço vários colegas que têm usado e tido um resultado bem legal. Se você procurar por qualquer vídeo no YouTube falando sobre química ou física, você vai ver muitas pessoas usando mesas digitalizadoras para as aulas. Utilize o Google Presentations Por fim, e essa é a minha sugestão, você pode usar o Google Presentations, que é um recurso do Google Drive. É aquele recurso que parece um “Power Point”. Eu uso sempre! Quem já fez o curso Como Ensinar Idiomas Online comigo já sabe como funciona, é incrível e você pode usar tranquilamente. É o seguinte: basta criar o arquivo no Google Drive, compartilhar com o seu aluno por e-mail, e vocês dois abrem ao mesmo tempo, cada um no seu computador. Assim, tanto você quanto o aluno podem ir editando, digitando, colocando imagens e ambos podem acompanhar em tempo real. Você não gasta mais conexão enviando imagens ou compartilhando a tela, não há nada mais simples do que isso. Além de funcionar em qualquer tipo de máquina, como tablets ou celulares! Essa tem sido a minha opção preferida, mas agora você já tem informações para começar a experimentar aquela que combina com você! Já escolheu como usar quadro nas aulas online? Bom, então aqui nós vimos quatro possibilidades de lousas virtuais: gravar diretamente a lousa, usar a lousa virtual, ter uma mesa digitalizadora ou utilizar o Google Presentations. Espero que tenha gostado, com qualquer uma dessas opções já vai ficar muito mais prático compartilhar conhecimentos com os alunos! Inclusive, uma dica bônus é trocar ideias com outros Professores e perguntar qual recursos eles têm preferido e como foi a experiência. Muitos professores já estão fazendo isso lá dentro da Missão Agenda Cheia! Uma imersão que está fazendo com que os professores saiam das escolas para ganhar de 7 a 15 mil reais por mês com aulas particulares! Quer saber como e ainda descobrir o mesmo caminho? Clica aqui no link pra eu te contar com detalhes 😉
Quanto cobrar pelas aulas particulares?

Você já se perguntou quanto cobrar pelas aulas particulares, mas mesmo chegando a um valor, não conseguiu entender quais as melhores referências para esse cálculo? Pois é, siga aqui comigo porque nesse ebook vou te explicar o que você sempre quis saber sobre precificar suas aulas, mas tinha vergonha de perguntar ou dificuldade em compreender! Vamos começar de uma forma simples e prática, com jeitinho de professor: João decide começar a dar aulas particulares, mas está inseguro sobre qual valor cobrar. Infelizmente, ele ainda não conhece o mercado de aulas particulares da sua região e tem poucos amigos que dão aulas. Para piorar, João também sente uma certa vergonha de perguntar a esses poucos amigos sobre valores. Então, tem uma ideia que parece ser a solução mais equilibrada: simplesmente cobrar um valor próximo ao das escolas! João então pensa: “Se na escola o aluno médio paga 250 reais a mensalidade e tem 2 aulas de 1 hora por semana, então eu poderia cobrar um pouco menos, cerca de 180 reais pela mensalidade com a mesma quantidade de aulas, assim fica mais barato e o aluno preferirá fazer aula comigo, certo?” Nããããoooooooo, João!!!!! Antes de qualquer coisa, vamos entender as aulas da escola. Como as Escolas cobram O valor de 200 reais cobrado pela mensalidade na escola certamente diz respeito a aulas em turmas de vários alunos, geralmente mais de 10. Isso não é necessariamente um problema, mas é certamente mais barato do que uma aula individual. Experimente perguntar e verá que a aula individual na mesma escola que cobra 200 reais por uma aula em grupo chega a custar 800 reais ou mais. Isso acontece porque, fazendo aulas sozinho, o aluno tem total atenção do professor, pode avançar mais rapidamente no conteúdo, ter aulas personalizadas para sua realidade e precisará injetar dinheiro suficiente para cobrir os custos da escola um manter uma “turma de 1 pessoa só”. Dessa forma, costumo dizer que a escola não é uma concorrente do professor particular, pois cobra preços mais altos e tem uma possibilidade de personalização de aulas e conteúdos muito mais restrita do que um professor particular poderia oferecer. Então, voltando à nossa precificação, veja que cobrar 180 reais por uma mensalidade do aluno só pra concorrer com a escola é uma decisão bem fraca. Portanto, vamos aprender como montar algo mais palpável e condizente com a realidade em que você está inserido! Pesquisa de Mercado Vamos começar nossa precificação com uma pesquisa de mercado, levantando os preços que outros professores e escolas da mesma região, que desempenham trabalhos muito parecidos, cobram. Essa pesquisa serve para que você não entre com preços muito irreais e fora do padrão do mercado no qual você está inserido. Desde que comecei a ministrar palestras e treinamentos educacionais tenho o hábito de pesquisar informalmente junto a cada professor o quanto cobrar pelas aulas particulares e o resultado foi assustador! No ano de 2023 em Uberlândia, cidade com 700 mil habitantes no interior de Minas Gerais e minha cidade natal, encontrei aulas particulares e individuais de inglês por preços que variavam desde R$ 18,75 hora/aula até R$ 300,00 hora/aula. Você deve estar pensando que o professor que cobra barato deve ser um charlatão e o que cobra caro deve ser um excelente profissional, certo? Bom, por conhecer pessoalmente os professores do exemplo acima, garanto que ambos têm ótimas habilidades didáticas e linguísticas. Uma vez que as habilidades não são o diferencial, o que então justifica que a hora/aula de um dos professores seja 16x maior que a do outro? Centenas de professores já se preparavam comigo aqui na @deprofpraprof a dar aulas online mesmo antes da pandemia, porém a partir de 2020 as aulas online passaram a ser uma realidade. Sendo assim, os preços não são mais obrigatoriamente ligados a uma região geográfica específica, já que é possível dar aulas online para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo. Mesmo assim, especialmente se você é como a maioria dos professores particulares e trabalha muito com indicações, vai querer encontrar um preço que pareça realista e válido para aquele(s) perfil(is) de público com quem normalmente trabalha. Como nós Professores não somos originalmente da área administrativa nem comercial e estamos entrando agora nessa parte, você poderá pensar que vai cobrar mais barato para “fisgar” os clientes pelo preço. Esse pensamento até pode funcionar, mas só até certo ponto e vai te trazer muito mais dores de cabeça do que lucros reais. Isso porque, obviamente ao cobrar preços muito baixos você precisará trabalhar muito mais ou conseguir muito mais alunos para terem aulas particulares no mesmo horário, coisa que é bem mais difícil de se fazer quando se está trabalhando sozinho. Mas tem mais: se você cobra muito pouco, vai atrair somente quem também pode pagar muito pouco. Isso não é um problema em si, mas exige que você trabalhe com uma quantidade alta de alunos para receber um valor considerável no fim do mês. Por outro lado, se você cobra um valor mais razoável, fazendo um marketing bem feito, tende a encontrar pessoas que possam pagar por esse valor também. O que eu vou falar parece loucura, especialmente se hoje você pertence a uma classe social financeiramente mais carente, mas… Quem pode pagar por um serviço/produto mais caro, VAI pagar por um serviço/produto mais caro, na expectativa de que seja melhor ou simplesmente por status social. Agora você tem uma tarefa: levante pelo menos 10 preços diferentes entre escolas e professores particulares da sua região e de atividades correlacionadas com as suas aulas, antes de passar à próxima etapa. O cálculo de preço mínimo da sobrevivência Quanto dinheiro precisa entrar na sua conta por mês para que você consiga minimamente pagar todas as suas contas, sem incluir viagens, saídas e festas etc.? É a partir desse número exato que você vai montar a sua precificação, por um motivo muito simples: Cada um sabe onde o próprio calo aperta e todos temos contas pra pagar que geram juros agressivos a
Como Fazer a Sala de Aula Invertida?

Afinal, o que é e como fazer a Sala de Aula Invertida? Esse conceito está ficando cada vez mais famoso entre os Professores e Escolas, mas nem sempre é tão intuitivo saber quais as vantagens de usar essa estratégia em sala de aula! Então, nesse artigo vamos ver tudo isso em detalhes… Pra você já sair sabendo se essa técnica faz sentido para você e seus alunos! Como e quando surgiu a Sala de Aula Invertida? O conceito de Sala de Aula invertida, também conhecida como flipped classroom ou flipped learning, surgiu nos EUA em 1996! A iniciativa foi criada pelos professores Maureen Lage, Glenn Platt e Michael Treglia, que lecionavam Microeconomia na Miami University em Ohio. Eles perceberam que os métodos de ensino tradicionais não eram tão efetivos para o processo de aprendizagem de muitos estudantes. Decidiram então tentar algo novo: inverter a ordem das etapas do método de ensino! O que é a Sala de Aula invertida? Em uma sala de aula tradicional, os alunos vão para aula e encontram um professor. O professor explica o conteúdo aos alunos, depois entrega alguns exercícios de fixação para entender as informações passadas. Em seguida, gera reflexões mais aprofundadas sobre aquele tema, fazendo ligações com outras ideias, disciplinas e atualidades, para contextualizar o que foi passado. Resumindo, em uma visão macro, o modelo tradicional tem a explicação, o exercício e a contextualização Quando a gente fala de sala de aula invertida, a ordem desses processos é alterada! Ao invés de explicar o conteúdo em sala e mandar a tarefa para o aluno fazer em casa logo depois… O professor envia alguma atividade para o aluno fazer antes mesmo daquele conteúdo ser passado. Então o processo é antecipado. Quando chega o momento da aula, o professor já vai conversar sobre o assunto da tarefa e parte mais rapidamente para a parte reflexiva, buscando conexões interessantes para os alunos. Vantagens da sala de aula invertida A estratégia da Sala da Aula Invertida possui muitos benefícios para a aprendizagem! O primeiro é um ritmo de aprendizado melhor. Imagine que você envia um material antecipado para os alunos, pode ser um exercício, uma atividade de pesquisa, um vídeo… O aluno vai acessar aquela atividade ou tarefa sem precisar esperar o professor ou o restante da turma para fazerem juntos. Ele faz quando ele quiser, na hora que ele quiser… Como cada aluno tem um ritmo diferente de aprendizado, todos terão a oportunidade de absorver as informações da tarefa em casa, num tempo específico. O segundo benefício é o estímulo da autonomia. A aula invertida estimula a autonomia do aluno, porque ele sabe que deverá chegar na aula com uma certa compreensão do assunto que será abordado. Caso contrário ele se sentirá perdido! Isso inevitavelmente faz o aluno pesquisar algo sobre o tema e começar a raciocinar sobre o assunto Os alunos sempre vão chegar com muitas dúvidas, é claro… E isso também é muito positivo! Afinal, quando você, enquanto curador, esclarece todo o conteúdo de uma forma mais abrangente na aula… As lacunas de dúvidas dos alunos passam a ser preenchidas A partir daí, você vai ajudar a identificar o que é verdade ou não, a validar conteúdo, fazendo reflexões, tirando dúvidas e auxiliando a ampliar aquele conhecimento. Um terceiro benefício é o dinamismo da aula. Como seus alunos naturalmente chegarão para a aula com dúvidas e conhecimentos prévios, a aula se torna mais dinâmica. Essa é uma forma de tirar os alunos do papel passivo de ouvintes… E colocá-los no papel de colaboradores de um debate! A aula passa a ser mais interativa e engajante, pois o professor deixa de esperar que os alunos participem, uma vez que criou de forma mais natural um motivo para a participação. Toda essa dinâmica ajuda a aula a ser mais rápida e proveitosa, levando o aluno a compreender melhor o assunto abordado e fazer uma reflexão mais aprofundada do tema. Como fazer sala de aula invertida? Você provavelmente já entendeu a lógica por trás do conceito até aqui. Mas vale lembrar que o método da Sala da Aula Invertida, justamente por ser mais flexível, não terá um passo a passo fixo para funcionar. Muitas atividades e propostas diferentes podem ser passadas para os alunos antes da aula. Por isso, é preciso que você seja criativo e pense fora da caixa também… Algumas formas de atividades que podem ser enviadas aos alunos são: Assistir a um vídeo enviado pelo professor Realizar uma pesquisa sobre o tema Escrever um texto comentando o que eles já sabem sobre tema Questões abertas sobre o assunto Discussão em grupo com geração de três perguntas sobre o tema Comentar uma questão polêmica sobre o tema E por aí vai… A lista é infinita e essas atividades também podem ser mescladas. Por exemplo, ao assistir um vídeo enviado pelo professor, o aluno precisa anotar três perguntas e levar para a aula ou então explicar brevemente a estrutura daquele tema. O importante no momento de selecionar as dinâmicas que você vai escolher é se perguntar: Quais propostas farão meus alunos se tornarem mais autônomos, se interessarem pelo conteúdo e desejarem se engajar na aula? Caso você tenha interesse em conhecer mais sobre a sala de aula invertida, você pode ver o vídeo sobre esse tema clicando aqui. E talvez você também goste desse vídeo sobre como dar aulas interativas!
3 Formas Simples de fazer Aulas Gravadas!

Nesse artigo eu vou falar sobre três formas diferentes de fazer aulas gravadas que você pode utilizar! Lembrando que essas aulas não precisam ser utilizadas somente para gravação de cursos online… 3 aplicações das aulas gravadas Você pode utilizar gravações, por exemplo, como material extra dentro de cursos presenciais ao vivo. Outra sugestão é para aplicar a estratégia de sala de aula invertida, que está sendo cada vez mais utilizada! Nesse modelo, você grava um vídeo explicando um conteúdo e os exercícios, manda para o aluno, ele entende como funciona essa explicação e faz as atividades antes da aula. Desta forma, quando o aluno chega na aula, ele já conhece o assunto. E além disso, você também pode utilizar gravações como apoio de aulas presenciais simplesmente, um conteúdo extra, além das aulas que o aluno já tem com você. Então, bora entender como gravar esses vídeos! 3 formas de fazer aulas gravadas! As 3 formas de gravar aulas que você vai ver aqui vão depender do que e como você deseja mostrar na sua aula. Aulas gravadas mostrando a si mesmo A primeira forma e a mais comum, é quando você pega a câmera, liga e fala. É a mesma lógica que eu uso para gravar os vídeos do YouTube. Eu utilizo uma câmera, um microfone próximo de mim, e depois faço a edição simples. Pra você ter uma ideia, nos quatro primeiros cursos gravados que fiz, utilizei a câmera traseira do celular que eu tinha na época, pois não tinha condições de comprar outro celular, nem uma câmera e um microfone desses bons. Então, peguei meu celular, coloquei aquele microfone de lapela de 10 reais do camelô e gravei 4 cursos, sendo que vários deles estão sendo vendidos até hoje. Então lembre-se que o mais importante é começar. Faça com os recursos que você tem disponíveis e realie upgrades conforme for possível e necessário! Aulas gravadas mostrando a si mesmo e um conteúdo A segunda forma é quando você ainda aparece, mas quer também mostrar alguma coisa junto, seja uma apresentação de slides, alguma coisa no seu computador ou algo que você está escrevendo num quadro, por exemplo. Nesse caso, uma forma é gravar no seu próprio computador, filmando a tela e você no canto, como na imagem acima. Mas, para isso acontecer você precisa de algum software que faça captura de tela, gravando sua tela e você com essas configurações. O software mais comum que faz isso gratuitamente é o OBS Studio, mas você pode também usar o Zoom ou Skype. A outra opção é o Screencast-O-Matic, que possui versão gratuita ou paga, sendo que a gratuita tem a desvantagem de deixar uma marca d’água no cantinho do vídeo. A versão paga oferece a opção de tirar a marca d’água da empresa e oferece também um software de edição. Eu utilizo um software chamado Camtasia Studio, um software pago, que grava e edita ao mesmo tempo. Aulas gravadas sem aparecer A terceira forma é aquele formato de gravação de vídeo em que você não aparece. Dependendo da área que seja sua aula e do tema que você esteja falando, é absolutamente possível que você faça aulas gravadas sem aparecer. Nesse caso, apenas um software de gravação de tela é suficiente. E você pode usar qualquer um daqueles sugeridos no último tópico. Outra forma possível é filmar apenas as suas mãos escrevendo em uma mesa digitalizadora ou lousa. Essa forma de gravar é muito útil para professores de exatas que precisam fazer contas, por exemplo. Ou aulas de culinária em que o vídeo mostra apenas os ingredientes e passo a passo da receita, sem que você apareça. O importante é ter um bom conteúdo passando na tela, com som claro e compreensível e uma boa imagem. Você também pode fazer de uma forma mista, aparecendo na apresentação inicial e final do vídeo. Dica bônus Decidida a forma que você vai usar para fazer suas aulas gravadas, agora é só começar! E se você quiser ir ainda mais longe, contando com meu apoio e experiência, sinta-se convidado para conhecer o Treinamento Gravação e edição de Videoaulas Ele tem o passo a passo completo que você precisa para fazer aulas gravadas com total qualidade… Além de ser super acessível para quem está começando e já ter ajudado centenas de Professores a começarem suas gravações. Um abraço e muito sucesso pra você!
